Em
1939, ingleses e americanos fabricaram os primeiros radares de longo alcance
graças ao aparecimento do magnétron. Esse dispositivo eletrônico, capaz de
gerar microondas, começou a ser estudado pelas indústrias de guerra e talvez se
restringisse a esse campo se o engenheiro eletrônico americano Percy Lebaron
Spencer (1894-1970) não adorasse chocolate.
Fabricante de equipamentos bélicos, Spencer passou uma manhã de 1946 trabalhando em uma sala onde havia um magnétron. Deixou seus bombons ao lado do equipamento e, quando bateu a fome, viu que o chocolate estava derretido, apesar de a temperatura ambiente ser fria. Intrigado, no dia seguinte Spencer trouxe milho. Minutos depois, havia pipoca por todo o laboratório.
O engenheiro fez várias experiências culinárias até criar os fornos de microondas em 1952. Mas o lançamento encalhou nas lojas. As donas de casa não acreditavam que algo usado na guerra fosse inofensivo na cozinha.
Fabricante de equipamentos bélicos, Spencer passou uma manhã de 1946 trabalhando em uma sala onde havia um magnétron. Deixou seus bombons ao lado do equipamento e, quando bateu a fome, viu que o chocolate estava derretido, apesar de a temperatura ambiente ser fria. Intrigado, no dia seguinte Spencer trouxe milho. Minutos depois, havia pipoca por todo o laboratório.
O engenheiro fez várias experiências culinárias até criar os fornos de microondas em 1952. Mas o lançamento encalhou nas lojas. As donas de casa não acreditavam que algo usado na guerra fosse inofensivo na cozinha.

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